Banda Dying Fetus
Local Estados Unidos
Gênero Death Metal
Ano de Formação 1991

 

Uma das mais importantes bandas da atualidade em seu estilo, os americanos do Dying Fetus vem colecionando  resenhas positivas de seus mais recentes discos e shows, inclusive tendo passado aqui pelo Brasil no início deste ano. Nesta entrevista que se tornou mais um rápido bate-papo, pois a banda está no momento excursionando pela Europa, conversei com o baterista Trey Williams, e o resultado vocês conferem abaixo…

 

Vicente – Primeiro de tudo, Dying Fetus fez um dos maiores shows do ano no Brasil. Qual é a sua lembrança daqui?

Trey Williams – Todos os fãs no Brasil foram incríveis conosco. Estamos honrados pela energia que nos foi passada.

Vicente – Você já tocaram em muitos países no mundo nos últimos anos. Você acha que esses dias são melhores ou piores para as bandas em geral?

Trey Williams – Para mim, o Metal está ficando mais forte em todo o mundo. E o Metal extremo tem sido muito mais respeitado nos últimos anos.

Vicente – O Dying Fetus lançou este ano seu sétimo disco de estúdio “Reign Supreme”. Como foi a gravação deste álbum?

Trey Williams – Nós realmente apreciamos a gravação do álbum. Trabalhar com Steve Wright foi um prazer, como sempre o é.

Vicente – E a reação dos fãs foi como vocês esperavam?

Trey Williams – Para ser honesto, nós sempre ficamos surpresos com a resposta que recebemos de nossos fãs, tanto os novos como dos mais antigos

Vicente – Qual é a maior diferença entre “Reign Supreme” e os demais álbuns do Dying Fetus?

Trey Williams – Os solos, o “groove” e o principal, todo o processo de produção do disco.

Vicente – Depois de duas décadas, como você vê a trajetória da banda?

Trey Williams – Vamos continuar a tocar pelo mundo, compor e gravar nossas músicas, desde que os fãs querem ver-nos tocar e ouvir o nosso som.

Vicente – Como é a cena nos EUA para Rock e Metal?

Trey Williams – Aqui os fãs de metal não são tão passionais com relação a música quanto os fãs na América do Sul e no sudoeste da Ásia.

Vicente – Quando você começou na música, quais foram as suas maiores influências, que inspiraram você?

Trey Williams – Na verdade, toda a música que eu já ouvi. Do pop ao rap e, claro, metal.

Vicente – Em poucas palavras, o que você pensa sobre essas bandas:

Nile: primeira classe

Carcass: Os pais do Grind.

Suffocation: Porrada clássica também

Cannibal Corpse: Um rolo compressor, dos pesados.

Sepultura: Um clássico Thrash

Vicente – Por fim, deixe uma mensagem para todos os brasileiros que amam o som do Dying Fetus.

Trey Williams – Espero vê-los novamente aqui, talvez em 2013. Obrigado pelo apoio contínuo. Vejo vocês no pit…