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Banda

Thessera

Local

Minas Gerais

Gênero

Progressive Metal

Ano de Formação

2003

Uma segundona de trabalho,  a sexta-feira longe no horizonte, mas a boa música nos mantêm alertas e felizes. Hoje estou postando a entrevista com o Marcelo, baixista do Thessera, banda que já pintou alguns anos atrás aqui no blog. O som deles é impressionante, e quem quiser pode conferir que não irá se arrepender.

A banda ano que vem completará 10 anos. Como vocês vêem a trajetória do Thessera até este momento?

Marcelo: Cara, nem parei para me tocar disto (risos). Agora que você comentou fiquei até assustado… Como o tempo passa rápido!

Enfim, vejo nossa trajetória como vitoriosa, pois tudo o que almejamos conseguimos fazer e fizemos por prazer.

 

Seu primeiro disco “Fooled Eyes”, foi muito bem recebido na época do lançamento. Vocês alcançaram tudo que pretendiam com ele?

 

Marcelo: Esse disco nos abriu muitas portas. Deu a oportunidade do mundo conhecer o Thessera e com isto facilitar a nossa ida aos lugares mais longínquos, nos quais nunca poderíamos imaginar em chegar.

 

Como foi à gravação do disco, ficaram plenamente satisfeitos com o resultado?

 

Marcelo: Todo o processo demandou bastante tempo, até porque um CD independente requer que tudo seja preparado por você, desde a primeira melodia composta até a escolha da empresa responsável pela prensagem. Considerando tudo isso e mais todas as limitações, diria que tiramos “leite de pedra”. Posso dizer por todos que ficamos plenamente satisfeitos com toda a obra.

 

O disco é conceitual, contando a estória de um jovem artista, Andrew Hesser. De quem foi a ideia de fazer um disco desta forma?

           

Marcelo: A idéia partiu do nosso guitarrista, o Lamim.

 

Foi muito difícil conciliarem a música com as letras?

 

Marcelo: A princípio quase abortamos a idéia (risos), mas com o tempo percebemos que, de uma certa maneira, isto acabava ajudando a criar os climas e as melodias. Foi trabalhoso, mas valeu a pena.

 

Algum disco novo a caminho?

 

Marcelo: Aguardem…

 

Vocês já tiveram algumas experiências fora do Brasil. Dessa forma, como avalia o cenário para as bandas nacionais nesse momento? Há mais espaço para divulgação e realização de shows, ou não houve nenhuma mudança substancial nesse sentido?

 

Marcelo: Há sempre espaço para bons trabalhos. O que nos levou para fora foi o fato de tomar a iniciativa, pois não adianta esperar por alguma coisa ou alguém vir bater a sua porta. Você quer? Então tem que correr atrás!

 

Quais são as músicas que o pessoal normalmente pede que toquem nos shows?

 

Marcelo: Não faço idéia, pois isso depende daquelas em que as melodias são mais marcantes para cada pessoa. Nos preocupamos demais com a melodia, o que atualmente anda em desuso.

As bandas atualmente estão se preocupando com pancadaria e se esquecem do principal: é você escutar a música e conseguir lembrar-se da melodia depois.

 

Quais são as principais influências para vocês?

 

Marcelo: Diria que Pain of Salvation, Dali’s Dilemma, Dream Theater, entre outras.

 

Em poucas palavras, o que acham das seguintes bandas:

Dream Theater: Clássico

Angra: Respeito por sua história

Pain of Salvation: Puro feeling

Symphony X: Visceral

Rush: Tudo citado anteriormente

 

Uma mensagem para os fãs e amigos que curtem o trabalho do Thessera e para aqueles que gostariam de conhecer melhor seu som e apostam no Metal nacional.

 

Marcelo: Queria anunciar para aqueles que estão pensando que a banda acabou, que fiquem tranquilos. A banda voltará quando menos esperam! É só o tempo das coisas se estabelecerem.

Obrigado a todos aqueles que nunca deixaram de nos apoiar. “Keep the flame burning”!